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Iniciativas ambientais na USP

A Superintendência de Gestão Ambiental da USP apoia projetos em desenvolvimento nos campi da USP, que atendam às necessidades das diretrizes das Políticas Ambientais da USP, a saber: edificações sustentáveis, uso e ocupação territorial, resíduos sólidos, sustentabilidade na administração, educação ambiental, áreas verdes e reservas ecológicas, água e efluentes, emissões de gases do efeito estufa e gases poluentes, energia, mobilidade e fauna.

A intenção é que os projetos desenvolvidos na escala local, tenham potencial de implementação em toda a Universidade de São Paulo.

Alguns desses programas, projetos e iniciativas ambientais na USP são:

Programa USP Recicla

USP-Recicla-PequenoO Programa USP Recicla, institucionalizado na USP em 1994, sob a premissa dos 3Rs, teve grande contribuição no processo de construção da cultura socioambiental da comunidade universitária, sendo por meio de ações formativas e práticas pontuais, ao longo de sua existência congregou uma legião de voluntários que contribuiu para que a USP se tornasse referência no contexto de universidade sustentável. Como resultado desse processo formativo, diversas ações práticas para a redução do consumo e do reaproveitamento e reciclagem dos materiais foram deflagradas na USP impactando no âmbito da administração. No contexto da gestão ambiental na administração o USP Recicla teve grandes contribuições tais como a substituição sistemática de copos descartáveis por similares duráveis em todos os restaurantes universitários dos campi do interior e diversos setores administrativos; obrigatoriedade, em algumas unidades da impressão de monografias, dissertações e teses utilizando-se a frente e o verso do papel; Implantação da coleta seletiva nos diversos campi; desenvolvimento de plataforma para cadastro e disseminação de boas práticas em sustentabilidade em parceria com a Universidade Autônoma de Madri.Também foram dirimidos esforços em ações de extensão universitária como as feiras de sucata; estantes de troca e doação de materiais; produção de material informativo; cursos e palestras voltados para a comunidade local e externa. Estas ações fortaleceram a presença da universidade na sociedade em busca de soluções socioambientais, redução de desperdício de alimentos em até 70% nos restaurantes universitários, entre outros.

Programa PUERHE-USP

A partir de 2015 os Programas PURA e PURE foram fundidos em um único programa, vinculados à SEF – Superintendência de Espaço Físico e passou a ser denominado de “Programa Permanente para o Uso Eficiente dos Recursos Hídricos e Energéticos na Universidade de São Paulo (PUERHE-USP)”  com  a finalidade de estabelecer diretrizes, propor atuações, avaliar e gerenciar a utilização dos recursos hídricos e energéticos nas Unidades e nos Órgãos da USP, de modo a incrementar a eficiência do uso e reduzir o consumo dos mesmos por meio de ações de caráter tecnológico e comportamental.

Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática – Cedir e o Projeto Recicl@tesc

Projeto MIT – CCE USP – Agência de Inovação, que tratou da elaboração de política para o reaproveitamento ou descarte adequado do lixo eletrônico, gerado principalmente pela rápida evolução da tecnologia de informática.  O CEDIR atualmente faz parte da Prefeitura do Campus USP da Capital (PUSP-C). Seu objetivo é implementar as práticas de reúso e descarte sustentável de lixo eletrônico, incluindo bens de informática e telecomunicações que ficam obsoletos. Trata-se de um projeto pioneiro de tratamento de lixo eletrônico em órgão público e em instituição de ensino superior. O CEDIR foi inaugurado em dezembro de 2009 e está instalado em um galpão de 400 m2 com acesso para carga e descarga de resíduos, área com depósito para categorização, triagem e destinação de 500 a 1000 equipamentos por mês. Este projeto está alinhado com as diretrizes de sustentabilidade definidas pela ONU, satisfazendo requisitos ambientais, sociais e econômicos.  Já o Projeto Recicl@tesc iniciou em abril de 2009 na cidade de São Carlos – Capital da Tecnologia, recebendo, readequando e reutilizando equipamentos de informática e também doando equipamentos em bom estado de funcionamento para outras instituições sociais da cidade apoiando assim a Inclusão Digital. Os equipamentos que não tem recuperação, o projeto faz o descarte, esse material é chamado de Lixo Eletrônico ou Resíduo Eletrônico/Tecnológico.

PAP – Pessoas Aprendem Participando

O Projeto de Formação Socioambiental de Servidores Públicos na Universidade de São Paulo foi um processo participativo de Educação e Gestão Ambiental coordenado pela Superintendência de Gestão Ambiental da USP em parceria com diversos setores e instâncias universitárias. O processo foi realizado entre os anos de 2013 a 2015  e contribui para a formação e envolvimento de cerca de 3.000 servidores técnico-administrativos da USP, em diferentes níveis de formação socioambiental.

Comissão de Estudos de Problemas Ambientais (CEPA)

Criada em julho de 1986 tendo como uma das suas principais atribuições oferecer aos poderes constituídos nos níveis municipal, estadual e federal subsídios à identificação e solução de problemas ambientais que, por sua magnitude, sejam reputados prioritários (Art.1º da Portaria GR 2089/86). Em dezembro de 1989 (Portaria GR 2532), a comissão passou a integrar a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária – até então, encontrava-se ligada diretamente ao Gabinete do Reitor. Finalmente, em 15 de setembro de 1995, por meio da Portaria 2966, a CEPA assumiu as configurações atuais. São também atribuições da CEPA, além das previstas na Portaria GR 2089: I – examinar, discutir e promover o desenvolvimento de projetos técnicos e científicos de interesse dos poderes constituídos e da iniciativa privada na área ambiental em que haja participação da USP; II – promover atividades no âmbito da USP e eventos de divulgação científica relacionados às questões ambientais; III – propor ao Reitor os nomes dos representantes da USP junto ao Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) e ao Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades).

Gerenciamento de resíduos químicos

O Gerenciamento de Resíduos Químicos praticado em diversas Unidades e Campi de nossa Universidade. Os Campi de Bauru, Piracicaba, Ribeirão Preto, São Paulo e São Carlos possuem Laboratórios específicos para tratamentos e/ou encaminhamento adequado deste tipo de resíduo. Tais Laboratórios, inclusive, associando economia e conservação ambiental, reutilizam e recuperam parte destes resíduos, realizando ainda atividades de degradação de compostos tóxicos, entre outras. O mesmo acontece no Instituto de Química, na capital, que possui um Serviço específico para o reaproveitamento e o tratamento dos resíduos químicos gerados em suas dependências. Outras Unidades do Campus da Capital contratam regularmente empresas para destinação adequada de seus resíduos químicos ou ainda fazem uso de serviço oferecido pela PUSP-C, que eventualmente também contrata prestador de serviços para classificar, segregar, acondicionar, transportar, tratar e dispor resíduos químicos perigosos.

Gerenciamento de outros resíduos perigosos

O descarte adequado para as lâmpadas fluorescentes, realizados em todos os campi da USP, cujas lâmpadas são encaminhadas para descontaminação e reciclagem em empresas especializadas, foi um grande avanço em prol da gestão ambiental, todavia, sob o ponto de vista da administração este processo carece de avaliação e adequação às normas atuais da logística reversa nas compras e contratações de serviços.

Reservas Ecológicas da USP

No ano de 2012, a Universidade de São Paulo declarou cerca de 2165,98 ha de sua área total (capital e interior) como Reservas Ecológicas (Portarias GR nº 5.648, de 05.06.2012, e GR nº 5837, de 20-9-2012). A iniciativa mapeou as áreas de reserva e disponibilizou linhas de investimentos para sua manutenção.

PUEA

Programa Universitário de Educação Ambiental no campus da ESALQ/USP  a fim de tornar a educação ambiental intrínseca as atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão.

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